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quarta-feira, 15 de julho de 2015
quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013
Bang! 14 "já em Abril"
É com grande expectativa que aguardo a saída em Abril da revista que foi trimestral, passou a quadrimestral e que agora («Depois de uma breve paragem, a revista Bang! está de regresso este ano, mais uma vez em parceria com a FNAC, e estão previstos 3 números para 2013. A revista #14 sai já em Abril! Vamos dando mais novidades nos próximos tempos. E viva a Bang!»/Safaa Dib, no Scoop.it da revista Bang!/20 de Fevereiro), passou a três números por ano. Está quase semestral e daqui a nada anual. De realçar e louvar é o entusiasmo da directora, entusiasmo de tal forma efusivo que a leva a considerar um interregno de 8 meses, bem na verdade 9, pois apesar de ter na capa Julho, só apareceu na Fnac em Agosto, «uma breve paragem». That's the spirit!
A ver se Abril é Abril.
P.S. Para mais sobre a revista basta seguir a etiqueta Bang
quarta-feira, 22 de agosto de 2012
Isto há coisas ... (2)
O retomar de um assunto quase esquecido:
Felizmente não foi deixado morrer e pode ser acompanhado aqui.
sexta-feira, 17 de agosto de 2012
Bang! nº 13 - “Contra a inércia, marchar, marchar!”
Logo profundamente impressionado pelo título do editorial, retirado da obra homónima do “mestre” Manuel de Oliveira
e ainda mal refeito, deparo com o texto
“Contra a inércia, marchar, marchar!”
e foi-me de todo impossível ficar indiferente a um tão pungente e sentido apelo/desabafo, sentindo-me logo na obrigação de manifestar o meu incondicional apoio na preparação de uma Sagrada Cruzada que de forma inequívoca impeça que se deixe cair no olvido, como escreve São Luís, aquilo que é “um verdadeiro milagre”. Chamar-lhe milagre será dizer pouco. Um excesso de modéstia, mesmo!
Afinal a revista (revista?, talvez o melhor seja Bíblia) Bang! Nº 13 (número aziago pela morte na fogueira do Mestre Jacques de Molay), tem na capa Julho e apareceu nas Fnac a 6 de Agosto; “44” das páginas não falam da SdE (convém verificar a contagem, mais uma vez estão a ser modestos), é a cores; é editada pela “maior editora de fantástico do país”; para além de ser “ecléctica e equilibrada”, se auto-elogiar (falta de confiança é uma desgraça; pode até ser considerado um pecado capital); ser “um milagre dos bons” e não dos maus; em que os “8000 exemplares voam da Fnac em poucos dias”, mesmo que dois meses depois ainda se encontrem muitos exemplares; e por fim, mas não menos importante, os leitores não fazem a sua parte ou seja são uns ingratos. Perante tanta grandeza e tanta ingratidão, nada mais me resta se não solidarizar-me com a esforçada equipa que desprendidamente produz e nos presenteia com uma revista que tem “conteúdos excelentes” e “colaboradores prodigiosos“ e que, como se não bastasse, é “inteiramente grátis“ e sem que “haja outra assim no mundo” e arredores, acrescento eu.
Afinal a revista (revista?, talvez o melhor seja Bíblia) Bang! Nº 13 (número aziago pela morte na fogueira do Mestre Jacques de Molay), tem na capa Julho e apareceu nas Fnac a 6 de Agosto; “44” das páginas não falam da SdE (convém verificar a contagem, mais uma vez estão a ser modestos), é a cores; é editada pela “maior editora de fantástico do país”; para além de ser “ecléctica e equilibrada”, se auto-elogiar (falta de confiança é uma desgraça; pode até ser considerado um pecado capital); ser “um milagre dos bons” e não dos maus; em que os “8000 exemplares voam da Fnac em poucos dias”, mesmo que dois meses depois ainda se encontrem muitos exemplares; e por fim, mas não menos importante, os leitores não fazem a sua parte ou seja são uns ingratos. Perante tanta grandeza e tanta ingratidão, nada mais me resta se não solidarizar-me com a esforçada equipa que desprendidamente produz e nos presenteia com uma revista que tem “conteúdos excelentes” e “colaboradores prodigiosos“ e que, como se não bastasse, é “inteiramente grátis“ e sem que “haja outra assim no mundo” e arredores, acrescento eu.
Como já acima disse, algo tem de ser feito para evitar que um “milagre” desta dimensão possa sofrer qualquer tipo de revês, pelo que tenho que vos rogar para que não permitam que este “milagre”, sim este “milagre”, nunca é de mais repetir, que inclusive renegou a monocromia , possa ser alvo de ataques maliciosos.
Juntemo-nos na criação da milícia Bang!. Assumam o manto e a ! e gritem: Bang! e São Luís.
terça-feira, 24 de julho de 2012
Bang! 13
«E cá está a Bang! 13. Preparámos mais uma fantástica edição para vocês
que estará muito em breve nas lojas (início de Agosto) no sítio
do costume, Fnac Portugal. A ilustração é de Pedro Potier.
Espero que gostem, são 88 páginas em que demos o nosso melhor.»
sexta-feira, 20 de julho de 2012
Antologia Electropunk
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terça-feira, 17 de julho de 2012
Lisboa Electropunk - os escolhidos
E os escolhidos são:
AMP Rodriguez
Ana C. Nunes
Carlos Eduardo Silva
Guilherme Trindade
João Ventura
Joel Puga
Jorge Palinhos
Michael Silva
Pedro Afonso
Pedro Martins
Pedro Vicente Pedroso
Ricardo Correia
Ricardo Cruz Ortigão
Telmo Marçal
Ana C. Nunes
Carlos Eduardo Silva
Guilherme Trindade
João Ventura
Joel Puga
Jorge Palinhos
Michael Silva
Pedro Afonso
Pedro Martins
Pedro Vicente Pedroso
Ricardo Correia
Ricardo Cruz Ortigão
Telmo Marçal
Quem quiser ler a notícia na integra pela mão de João Barreiros (Não há mal que sempre dure, nem bem que nunca acabe), pode aceder-lhe aqui.
Parabéns aos escolhidos!
Cá ficamos à espera para os ler.
domingo, 15 de abril de 2012
Isto há coisas ...
Aqui se debate o uso abusivo, ou se existiu ou não apropriação.
E aqui, de novo, se fala de algo similar.
Curiosamente ou talvez não, desta vez não apareceu nenhuma voz, fora do referido fórum, a "revelar" estas "atrocidades", como aconteceu com o uso abusivo da imagem supra por parte de uma editora e que eu referi aqui. Desta feita a editora é outra. Será por isso que tal zelo não se manifestou?
Yo no creo en brujas, pero que las hay, las hay. (Miguel de Cervantes, no QUIXOTE)
sexta-feira, 9 de março de 2012
quinta-feira, 8 de março de 2012
quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012
Bang!
Já é oficial. A Bang passou a quadrimestral.
Está demonstrado que o regime especial de trabalho já não é o que era.
Será que acabaram os atrasos? É que ainda me lembro da capa da Bang! 7
sexta-feira, 13 de janeiro de 2012
Outra pérola!
«Confesso que sou um ignorante em relação ao que se fez de Pulp Fiction em Portugal, e como tal nunca poderei argumentar com o que a capa do livro anuncia: os melhores contos do séc. XX, mas também não é essa a questão essencial»
«Antes de cada conto, Luís Filipe Silva dá-nos uma introdução falando um pouco do autor explicando o seu percurso, quer na vida privada quer profissional. Estas introduções, que a princípio podem parecer algo aborrecidas, acabam por ser bastante esclarecedoras e no fim percebemos que existiu, não só uma enorme dificuldade em ter êxito ao início, mas também uma variedade de acontecimentos, motivadas pelos mais variados interesses (desde dinheiro ou espionagem) que ajudaram no desenvolvimento deste género literário e também à sua destruição no nosso país. Agora com o livro acabado digo-vos que há várias perguntas sobre estes autores que gostaria de saber a resposta.»
«... apresenta uma característica única: trata-se da versão integral do conto, ainda censurada/riscada pelo lápis azul da censura. Um detalhe que torna este livro ainda melhor (também graças à ajuda dos comentários de rodapé explicando o porquê da mesma censura)!»
«É um trabalho de louvar de Luís Filipe Silva por nos dar a conhecer um pouco mais daquilo que a História apagou, dando-nos a hipótese de ler algo que possivelmente nunca conseguiríamos alcançar de outra forma, a menos que fizéssemos o mesmo trabalho de investigação.»
em Ler y Criticar
sábado, 19 de novembro de 2011
Gato escondido com o rabo de fora ou a guilda dos empregados da SdE
E eu que já tinha dado por findo este assunto, tomei conhecimento que não o querem deixar morrer.
É sempre bom verificar que apesar de se esconderem para opinar, estes actos acabam sempre por se saber.
Estamos perante o exemplo acabado dos gusanos "palpitantes".
quarta-feira, 9 de novembro de 2011
Ou me "lambem" ... ... ...
Corria no FB um conjunto de comentário referentes à saída de uma antologia, comentários esses que se elogiosos ou propagandísticos não eram apagados, já outros como o que se segue:
«Eu aprecio mistificações literárias e artísticas, mas se assumidas. Também não teremos «... durante os primeiros segundos de incredulidade, a hipótese de termos tido um passado recente glorioso.», pois a tónica de todo o discurso é que estamos perante uma produção comercial e de baixo nível literário, o que me lembra, o afirmado por várias vozes que andam sempre "juntinhas" que maus textos são a pior publicidade a um género. Já a ficção que compõe o conjunta da introdução e notas é realmente um trabalho excelente. Pena é realmente que se tenha optado por manter o embuste para além do necessário, forçando a nota com a entrevista publicada na Bang! 11 e com estas e outras provocado os disparates que se leram em notícias e críticas. Só quem mais por dentro do género ou conhecedor da "manobra" esteve a salvo da manipulação e isso não é manifestamente o melhor caminho. Claro que agora, a maioria dos enganados, virá clamar que entrou na brincadeira, mas isso é mais um disparate a juntar aos restantes. Uma virtude pelo menos teve, pois permitiu largos espalhanços e o Jb veio a terreiro defender alguém que não ele, esquecendo os seus temores de sobrevivência.»,
«Eu aprecio mistificações literárias e artísticas, mas se assumidas. Também não teremos «... durante os primeiros segundos de incredulidade, a hipótese de termos tido um passado recente glorioso.», pois a tónica de todo o discurso é que estamos perante uma produção comercial e de baixo nível literário, o que me lembra, o afirmado por várias vozes que andam sempre "juntinhas" que maus textos são a pior publicidade a um género. Já a ficção que compõe o conjunta da introdução e notas é realmente um trabalho excelente. Pena é realmente que se tenha optado por manter o embuste para além do necessário, forçando a nota com a entrevista publicada na Bang! 11 e com estas e outras provocado os disparates que se leram em notícias e críticas. Só quem mais por dentro do género ou conhecedor da "manobra" esteve a salvo da manipulação e isso não é manifestamente o melhor caminho. Claro que agora, a maioria dos enganados, virá clamar que entrou na brincadeira, mas isso é mais um disparate a juntar aos restantes. Uma virtude pelo menos teve, pois permitiu largos espalhanços e o Jb veio a terreiro defender alguém que não ele, esquecendo os seus temores de sobrevivência.»,
são apagados.
Depois
Os enganos
e os momentos de bajulação.
Para finalizar, o branqueamento com a exposição do modo de "contrafação" no
terça-feira, 1 de novembro de 2011
Uma enorme mistificação
Tal como noticiamos a saída desta antologia, cá estamos de novo a falar dela, desta feita para alertar que estamos perante uma enorme mistificação. Um logro que, quem sabe, pretende mimetizar o da ficha do Necronomicon na Biblioteca do Congresso em Washington. Fabulosos, são assim, os encómios tecidos e plasmados na capa e badanas do livro, da lavra de José Manuel Lopes, Afonso Cruz, António de Macedo e David Soares.
Surreal a entrevista que o organizador LFS vai publicar na próxima Bang! e que se encontra espalhada pela Rede.
Estamos perante a sagração do faz de conta.
segunda-feira, 31 de outubro de 2011
sábado, 24 de setembro de 2011
‘Os Anos de Ouro da Pulp Fiction Portuguesa’
A muitas vezes anunciada antologia chega, segundo a editora, às livrarias dia 21 de Outubro, sendo a capa a imagem supra e a sinopse oficial a que se segue:
“Poucos o sabem, mas a literatura de pulp fiction, que marcou toda a cultura popular dos EUA na primeira metade do século XX, também esteve presente em Portugal, e em força.
Houve um tempo em que heróis mascarados corriam as ruas de Lisboa à cata de criminosos; em que navegadores quinhentistas descobriam cidades submersas e tecnologias avançadas; em que espiões nazis conduziam experiências secretas no Alentejo; em que detectives privados esmurrados pela vida se sacrificavam em prol de uma curvilínea dama; em que bárbaros sanguinários combatiam feitiçaria na companhia de amazonas seminuas; em que era preciso salvar os colonos das estações espaciais de nome português; em que seres das profundezas da Terra e do Tempo despertavam do torpor milenário ao largo de Cascais; em que Portugal sofria constantes ataques de inimigos externos ou ameaças cósmicas que prometiam destruí-lo em poucas páginas, antes de voltar tudo à normalidade aquando do último parágrafo.”
“Poucos o sabem, mas a literatura de pulp fiction, que marcou toda a cultura popular dos EUA na primeira metade do século XX, também esteve presente em Portugal, e em força.
Houve um tempo em que heróis mascarados corriam as ruas de Lisboa à cata de criminosos; em que navegadores quinhentistas descobriam cidades submersas e tecnologias avançadas; em que espiões nazis conduziam experiências secretas no Alentejo; em que detectives privados esmurrados pela vida se sacrificavam em prol de uma curvilínea dama; em que bárbaros sanguinários combatiam feitiçaria na companhia de amazonas seminuas; em que era preciso salvar os colonos das estações espaciais de nome português; em que seres das profundezas da Terra e do Tempo despertavam do torpor milenário ao largo de Cascais; em que Portugal sofria constantes ataques de inimigos externos ou ameaças cósmicas que prometiam destruí-lo em poucas páginas, antes de voltar tudo à normalidade aquando do último parágrafo.”
A confirmar-se o que nos promete a sinopse, teremos a felicidade de visitar, os mais afortunados revisitar, ficção à muito "perdida". Que os deuses não nos desiludam.
Desde já um pequeno senão, o preço. Que seja o único!
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segunda-feira, 5 de setembro de 2011
O Despertar da Magia
Quarto volume de As Crónicas de Gelo e Fogo, a saga de fantasia mais vendida, elogiada e premiada dos últimos 50 anos, e a única obra de fantasia a conseguir o primeiro lugar do Top do New York Times. Esta é uma saga de grande fôlego, que vai buscar à realidade medieval a textura e o pormenor que conferem dimensão e crueza a um universo de fantasia tão bem construído que faz empalidecer a Terra Média de Tolkien. Martin é um especialista na manipulação das expectativas dos leitores e, profundo conhecedor do género, não deixa de estender sucessivas armadilhas com as quais desarma os tropos que o leitor pensa reconhecer a cada página. O épico de fantasia que toda a Fantasia Épica gostava de ser.Para quem ainda não conhecer esta série - As Crónicas de Gelo e Fogo - estamos a falar de uma das séries com mais sucesso nos últimos anos, alguns chegam mesmo a compará-la a O Senhor dos Anéis do J.R.R. Tolkien. Obviamente isto é discutível, mas o que se pode dizer com certeza é que é uma belíssima obra que tem cativado milhões por todo o mundo, uma obra de fantasia numa época medieval, com um enredo que se baseia em casas senhoriais e em lutas pelo poder e pelo reino. Numa primeira análise e até ao final do segundo volume, podemos dizer que se trata de uma obra passada na época medieval, sem que se identifique o território onde esta se desenrola, mas Martin introduz os dragões no fim o que nos remete para uma obra de fantasia. As traduções de cada livro estão a dar origem a dois volumes na edição portuguesa. O autor neste momento acaba de editar o quinto livro da série que será composta por sete, por cá temos 8 livros publicados pela Saída de Emergência, onde a primeira parte do quinto livro saíra no dia 9 de Setembro. Recentemente o primeiro e segundo livro, da edição portuguesa, foi adaptada para televisão dando origem a 12 episódios daquela que será a primeira série, já exibida nos Estados Unidos e que é bastante fiel à obra que lhe está na origem, apesar de terem sido feitas alterações para melhor adaptar e fazer funcionar a história no pequeno ecrã. Em o Despertar da Magia (quarto livro na edição portuguesa), segunda parte do livro do Fúria dos Reis no original, o enredo centra-se nas batalhas que se travam por todo o reino. Com vários pretendentes ao trono os apoios das casas senhoriais vão mudando em função das melhores ofertas. A casa de Theon Greyjoy assumirá uma importância crescente neste livro, assim como a própria personagem terá pela primeira vez capítulos dedicados a ele. Tyrion Lannister é sem dúvida uma das personagens mais divertidas da série (funcionando como uma espécie de alter ego do autor). Catelyn Tully reforça a sua importância, demonstrando ser uma mulher impressionante que tem aqui um duplo papel, de mulher e mãe que tudo fará para apoiar os seus filhos. Catelyn toma Brienne of Tarth como sua cavaleira, outra personagem forte e com características pouco comum. No norte Bran Stark recebe visitas e faz novas amizades começando a descobrir que os sonhos que tem, são muitos mais que meras lucubrações do inconsciente. A Patrulha da Noite avança para lá da muralha para descobrir que mistérios rodeiam quer os outros quer os selvagens. Jon tal como Sam vão na expedição, protagonizando um sem números de aventuras que passarão a ser o dia a dia dos jovens patrulheiros.
segunda-feira, 27 de junho de 2011
Antologia Lisboa Electropunk
A editora SdE está a aceitar submissões para uma nova antologia de ficção científica, de seu nome Lisboa Electropunk que pretende editar no Verão do próximo ano. Neste caso o Inverno não está a chegar. As submissões estão abertas até 30 de Dezembro deste ano. Para melhor saber como o fazer ver aqui.
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