Mostrar mensagens com a etiqueta Luís Filipe Silva. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Luís Filipe Silva. Mostrar todas as mensagens

quarta-feira, 9 de novembro de 2011

Ou me "lambem" ... ... ...

Corria no FB um conjunto de comentário referentes à saída de uma antologia, comentários esses que se elogiosos ou propagandísticos não eram apagados, já outros como o que se segue:


«Eu aprecio mistificações literárias e artísticas, mas se assumidas. Também não teremos «... durante os primeiros segundos de incredulidade, a hipótese de termos tido um passado recente glorioso.», pois a tónica de todo o discurso é que estamos perante uma produção comercial e de baixo nível literário, o que me lembra, o afirmado por várias vozes que andam sempre "juntinhas" que maus textos são a pior publicidade a um género. Já a ficção que compõe o conjunta da introdução e notas é realmente um trabalho excelente. Pena é realmente que se tenha optado por manter o embuste para além do necessário, forçando a nota com a entrevista publicada na Bang! 11 e com estas e outras provocado os disparates que se leram em notícias e críticas. Só quem mais por dentro do género ou conhecedor da "manobra" esteve a salvo da manipulação e isso não é manifestamente o melhor caminho. Claro que agora, a maioria dos enganados, virá clamar que entrou na brincadeira, mas isso é mais um disparate a juntar aos restantes. Uma virtude pelo menos teve, pois permitiu largos espalhanços e o Jb veio a terreiro defender alguém que não ele, esquecendo os seus temores de sobrevivência.»,



são apagados.

 Depois

Os enganos

  e os momentos de bajulação.


 Para finalizar, o branqueamento com a exposição do modo de "contrafação" no


terça-feira, 1 de novembro de 2011

Uma enorme mistificação


Tal como noticiamos a saída desta antologia, cá estamos de novo a falar dela, desta feita para alertar que estamos perante uma enorme mistificação. Um logro que, quem sabe, pretende mimetizar o da ficha do Necronomicon na Biblioteca do Congresso em Washington. Fabulosos, são assim, os encómios tecidos e plasmados na capa e badanas do livro, da lavra de José Manuel Lopes, Afonso Cruz, António de Macedo e David Soares.
Surreal a entrevista que o organizador LFS vai publicar na próxima Bang! e que se encontra espalhada pela Rede.
Estamos perante a sagração do faz de conta.

sábado, 24 de setembro de 2011

‘Os Anos de Ouro da Pulp Fiction Portuguesa’

 
 
A muitas vezes anunciada antologia chega, segundo a editora, às livrarias dia 21 de Outubro, sendo a capa a imagem supra e a sinopse oficial a que se segue:

“Poucos o sabem, mas a literatura de pulp fiction, que marcou toda a cultura popular dos EUA na primeira metade do século XX, também esteve presente em Portugal, e em força.

Houve um tempo em que heróis mascarados corriam as ruas de Lisboa à cata de criminosos; em que navegadores quinhentistas descobriam cidades submersas e tecnologias avançadas; em que espiões nazis conduziam experiências secretas no Alentejo; em que detectives privados esmurrados pela vida se sacrificavam em prol de uma curvilínea dama; em que bárbaros sanguinários combatiam feitiçaria na companhia de amazonas seminuas; em que era preciso salvar os colonos das estações espaciais de nome português; em que seres das profundezas da Terra e do Tempo despertavam do torpor milenário ao largo de Cascais; em que Portugal sofria constantes ataques de inimigos externos ou ameaças cósmicas que prometiam destruí-lo em poucas páginas, antes de voltar tudo à normalidade aquando do último parágrafo.”

A confirmar-se o que nos promete a sinopse, teremos a felicidade de visitar, os mais afortunados revisitar, ficção à muito "perdida". Que os deuses não nos desiludam.
 
Desde já um pequeno senão, o preço. Que seja o único!