Mostrar mensagens com a etiqueta João Barreiros. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta João Barreiros. Mostrar todas as mensagens

domingo, 19 de junho de 2016

Pequena nota sobre uma edição

Mostra Bibliográfica de Ficção Científica e Fantasia de Autores Portugueses
Porto
e
Albergaria-a-Velha

O livro "2 FÁBULAS TECNOCRÁTICAS" do João Barreiros
 foi co-financiado por Manuel Bolinhas (Joaquim Simões), "como contrapartida"
por não ter sido publicado sob a chancela das
"Edições Psiconaúticas", conforme o inicialmente pensado.

quinta-feira, 20 de fevereiro de 2014

Mais uma pérola! O Carrapato lá veio levantar o véu de novo (parte 2)


Três dias depois e sem que alguém decifrasse o enigma aqui vai a resposta:


Antes do mais convém realçar o facto de os textos e seus autores serem pouco lidos e consequentemente pouco conhecidos, o que só por si e mais ainda neste caso é a triste realidade do meio, independentemente de se estar segundo alguns perante "the only and one" e sobre quem se escreve: «"Para quem não sabe: o João Barreiros é o melhor crítico de livros, em qualquer género, em Portugal, ponto. Não é enfadonho, não precisa de se "armar" em culto porque o é, é inspirador, é também impiedoso, mas é mordaz, pertinaz, irónico, e é acima de tudo, critico. (ver comentário anterior do Barreiros) Ah, e acumula com o de Único escritor de FC português! "»

Efectivamente estas pérolas são mais uma vez produto desse autor que para além de reincidir nas rotineiras palermices e de chafurdar num narcisismo que raia a demência, tem também graves problemas de memória.

Os extractos do texto que se apresentam no post anterior fazem parte de um conto que foi publicado com o título "Guerra Santa" no jornal do PSR, Combate e posteriormente em 2008, nos Cadernos do Combate nº 3 (textos publicados entre 1988 e 1999), facto não referido na nota introdutória ao conto "Noite de Paz" que faz parte da colectânea "Se acordar antes de morrer", nota que tem mais um erro, pois o conto foi publicado em França não na antologia Utopie 3, mas na antologia Utopiae vol. 5 (2003), com o título "Douce nuit", com tradução de Pedro Mota.

Independentemente dos fantasmas que não deixam de atormentar o autor, temos de pugnar para que pelo menos as referências estejam correctas que quanto ao resto ninguém melhor que o autor para falar delas: « ... durante o Congresso de FC na cidade de Nantes, onde eu autografei mais livros do que alguma vez fiz em toda a minha vida. Vivam eles, viva eu, e vamos todos, à guisa de celebração, pôr um ponto final na rotunda figura do Pai Natal.» e está tudo dito.


 



terça-feira, 11 de setembro de 2012

Tomar as dores de ...

Para que não fique qualquer dúvida no ar, apesar de um tal Anton Stark (curioso pseudónimo) se estar a meter onde não é chamado e se arreigar o direito de afirmar «... mas nós não vamos deixar perturbar a Con.», como se soubesse do que fala ou fosse membro da organização, assim como fiquei sem saber quem são, os "nós". A seguir reproduzem-se os comentários proferidos no FB.



Apresentados os mesmo, quero sublinhar que é admirável o excelente vocabulário e domínio da língua que demonstra caro AS e que não me interessa minimamente que o JB vá ser ou não vosso autor. Isso é assunto que apenas diz respeito a si «na medida de editor» de «projecto emergente». Também a si apenas diz  respeito o facto de o seu «projecto emergente» ir publicar um livro seu, o que é também de realçar, sobretudo depois de ter lido as suas inflamadas opiniões no grupo Escritores Emergentes, no FB, sobre as vanity press, e agora ver o seu projecto editorial «emergente» ser quem vai publicar um livro seu, livro esse que irá ter «lançamento oficial dias 29 e 30 deste mês, no Porto, durante a EuroSteam Con.».

Certamente que muito disto explicará o que escreveu. 

Muito me apraz saber que «... note-se que o grito de guerra não está, neste momento, a partir do João.». Receio imaginar o alcance de frases como a anterior ou as seguintes: «... proteger um dos meus autores do que quer que possa acontecer. Não é desculpá-lo, é protegê-lo.» ou esta «... correndo o risco de o chatear não só a si, senhor Holstein, mas também ao João, pela forma admitidamente condescendente como vou dizer isto: se os meninos querem brigar...», pois corria o risco de ver nelas alguma espécie de ameaça. Prefiro imaginar que são apenas fruto de um problema de formulação (como em: «... se os meninos...» que me lembrou logo "se os jovens", quando entramos no barbeiro) de um fan do JB que não se conseguiu controlar.

Uma coisa é certa a sua opinião e ou vontade em nada concorrerão para alterar o futuro.

Apesar de acreditar que o JB nada tem a ver com isto, não posso deixar de lhe lembrar o provérbio:


Fia-te na Virgem e não corras ...

sábado, 30 de julho de 2011

Brasil


Um comentário no blog brasileiro Mundo de Fantas sobre o lançamento do livro de João Barreiros, A Bondade dos Estranhos, deu origem a uma acesa conversa no FB e que aqui, com a devida vénia, partilho:



 

Ao menos algo para animar o panorama, mesmo que isso seja consequência de uma publicação no estrangeiro. A ver se um dos participantes se anima e publica os vídeos do segundo dia das CI que decorreram no Porto e a ver vamos se os brasileiros partilham desta afirmação: «Um dos lançamentos mais aguardados no Brasil, este ano», do LFS.