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segunda-feira, 13 de junho de 2016

Sobre edições imaginárias - A.D. 2230 "edição francesa"



São muitos os relatos de livros imaginários e este é mais um "momento" para a história das edições imaginárias que caberia perfeitamente no Catálogo do Conde Fortsas (1) (2):

(«...e logo desapareceram do mapa, ou dedicaram-se a outras actividades. A tendência não é específica desse período, pois inclusive durante todo o século passado as conhecidas incursões de Amílcar de Mascarenhas (A.D. 2230),...»
«O que não significa que alguns destes casos (nomeadamente o de Mascarenhas, que teve, pelo menos, uma tradução em francês — talvez por se adequar tão bem à filosofia do Estado Novo), ...»)

Ora segundo o Département Littérature et art, Bibliothèque nationale de France:

«Bibliothécaire 1: Cet ouvrage n'a pas été traduit en français, ni d'ailleurs selon mes recherches dans aucune autre langue.»

Curioso! 

sexta-feira, 13 de janeiro de 2012

Outra pérola!



«Confesso que sou um ignorante em relação ao que se fez de Pulp Fiction em Portugal, e como tal nunca poderei argumentar com o que a capa do livro anuncia: os melhores contos do séc. XX, mas também não é essa a questão essencial»

 «Antes de cada conto, Luís Filipe Silva dá-nos uma introdução falando um pouco do autor explicando o seu percurso, quer na vida privada quer profissional. Estas introduções, que a princípio podem parecer algo aborrecidas, acabam por ser bastante esclarecedoras e no fim percebemos que existiu, não só uma enorme dificuldade em ter êxito ao início, mas também  uma variedade de acontecimentos, motivadas pelos mais variados interesses (desde dinheiro ou espionagem) que ajudaram no desenvolvimento deste género literário e também à sua destruição no nosso país. Agora com o livro acabado digo-vos que há várias perguntas sobre estes autores que gostaria de saber a resposta.»

«... apresenta uma característica única: trata-se da versão integral do conto, ainda censurada/riscada pelo lápis azul da censura. Um detalhe que torna este livro ainda melhor (também graças à ajuda dos comentários de rodapé explicando o porquê da mesma censura)!»

«É um trabalho de louvar de Luís Filipe Silva por nos dar a conhecer um pouco mais daquilo que a História apagou, dando-nos a hipótese de ler algo que possivelmente nunca conseguiríamos alcançar de outra forma, a menos que fizéssemos o mesmo trabalho de investigação.»

em Ler y Criticar



 

sábado, 7 de janeiro de 2012

Mais uma pérola! Cruzes canhoto!








"O futuro da literatura fantástica portuguesa, por mais negro que venha a ser, nunca será tão sombrio quanto seria se não tivesse este fictício passado glorioso para servir-lhe de horizonte da memória. E, com efeito, que melhor passado para um género literário que um passado ficcional? Precisávamos dele." - David Soares, no seu blog, em 23 de Dezembro de 2011, curvando-se perante a antologia "Os Anos de Ouro da Pulp Fiction Portuguesa: Os Melhores Contos do Século XX"

 Autores como Borges, Lovecraft, Pessoa, Pascoaes, Jünger, Mann, Sábato ou Gracq só vieram complicar. Isto de literatura com passado real, tem muito que se lhe diga e muito menos charme.





sábado, 19 de novembro de 2011

Gato escondido com o rabo de fora ou a guilda dos empregados da SdE

E eu que já tinha dado por findo este assunto, tomei conhecimento que não o querem deixar morrer.
É sempre bom verificar que apesar de se esconderem para opinar, estes actos acabam sempre por se saber. 
Estamos perante o exemplo acabado dos gusanos "palpitantes".




quarta-feira, 9 de novembro de 2011

Ou me "lambem" ... ... ...

Corria no FB um conjunto de comentário referentes à saída de uma antologia, comentários esses que se elogiosos ou propagandísticos não eram apagados, já outros como o que se segue:


«Eu aprecio mistificações literárias e artísticas, mas se assumidas. Também não teremos «... durante os primeiros segundos de incredulidade, a hipótese de termos tido um passado recente glorioso.», pois a tónica de todo o discurso é que estamos perante uma produção comercial e de baixo nível literário, o que me lembra, o afirmado por várias vozes que andam sempre "juntinhas" que maus textos são a pior publicidade a um género. Já a ficção que compõe o conjunta da introdução e notas é realmente um trabalho excelente. Pena é realmente que se tenha optado por manter o embuste para além do necessário, forçando a nota com a entrevista publicada na Bang! 11 e com estas e outras provocado os disparates que se leram em notícias e críticas. Só quem mais por dentro do género ou conhecedor da "manobra" esteve a salvo da manipulação e isso não é manifestamente o melhor caminho. Claro que agora, a maioria dos enganados, virá clamar que entrou na brincadeira, mas isso é mais um disparate a juntar aos restantes. Uma virtude pelo menos teve, pois permitiu largos espalhanços e o Jb veio a terreiro defender alguém que não ele, esquecendo os seus temores de sobrevivência.»,



são apagados.

 Depois

Os enganos

  e os momentos de bajulação.


 Para finalizar, o branqueamento com a exposição do modo de "contrafação" no