segunda-feira, 31 de outubro de 2011

quarta-feira, 26 de outubro de 2011

Imagicon - XXIX Hispacón

Nomeações para os prémios Ignotus 
que serão entregues dia 12 de Novembro no jantar da 
Hispacón



Melhor romance


Crónicas del Multiverso, de Victor Conde (Minotauro)
Feral, de David Jasso (Equipo Sirius)
Fragmentos de burbuja, de Juan Antonio Fernández Madrigal (NGC Ficción!) 
Mujer abrazada a un cuervo, de Ismael Martínez Biurrun (Salto de página)
Necroparis, Fernando Cámara (NGC Ficción!)


Melhor novela

Bailando en la oscuridad, de Rodolfo Martínez (Sportula)
Historia de un Watson, de Sergio Mars (Grupo AJEC)
La mirada de Pegaso, de Sergio Mars (Grupo AJEC)
Se registró empate a votos entre 3 candidaturas para los dos finalistas restantes


Melhor conto

Duende, de Ramón San Miguel Coca (Alfa Eridiani) 
El viento del olvido, de David Jasso (23 Escalones - NOCTE)
El cazador de tigres, de Ernesto Fernández (Saco de huesos)
Soy dueño de este perro, de Jon Bilbao (Salto de página)
Se registró empate a votos entre 9 candidaturas para el 5º finalista


Melhor antologia

Aquelarre. Antología del cuento de terror actual, de VVAA (Salto de Página)
La mirada de Pegaso, de Sergio Mars (Grupo AJEC)
Piel de fantasma, de Rafael Marín (Grupo AJEC)
Taberna Espectral, de VV. AA. (23 Escalones - Nocte)
Tenebrae, de VV.AA. (Saco de Huesos)


Melhor ensaio

Borges y la ciencia ficción, de Carlos Abraham (Grupo AJEC)
Los hombres Lobo en el cine, de Carlos Díaz Maroto (Jaguar) 
Mazinger Z, de Aurelio Sanz (Dolmen)
Ray Harryhausen. El mago del stop-motion, de Carlos Díaz Maroto (Calamar Ediciones)
Teoría de la Literatura de Ciencia Ficción, de Fernando Ángel Moreno (Portal Editions)


Melhor artigo

¿Hasta donde abarca la propiedad intelectual?, de Domingo Santos (BEM online)
La radionovela de ciencia ficción española: "Historias para imaginar", de Alfonso Merelo (Quaderns de filología nº 14)
Los 10 años de BEM (1990-2000) y algunos más de BEM online, de Miquel Barceló (BEM online)
Un homenaje: Magdalena Moujan Otaño y "Guta Gutarrak", de Domingo Santos (BEM online)
Vida de Ballard, de Carlos Fernández Castrosín (Sitio de Ciencia-Ficción)


Melhor ilustração

Antología Z Volumen II, de Alejandro Colucci (Nocte) 
Bill héroe galáctico, de Estudio Fenix (Gigamesh)
Duende, de Guillermo Romano (Alfa Eridiani)
Fragmentos de burbuja, de Felideus (NGC Ficción!)
Necroparis, de Felideus (NGC Ficción!)


Produção audiovisual


A través del espejo, de Alfonso Merelo y Elia Hernández (radio)
Camarote 58, de Andrés Rodrigo (podcast)
Crónicas desde Sepelaci, de Victor Alós (podcast)
Entrevista a Yoss, de BEM online (vídeo)
Entrevista con Carlos F. Castrosín, de Mario Moreno Cortina y Alfredo Lara para BEM online (vídeo)


Melhor banda desenhada

La espada del cazador, de Esteban Patiño y Ruben Serrano (Revista Exégesis)
No hubo más candidaturas propuestas


Melhor obra poética

Paraísos cibernéticos, de J. Javier Arnau y Carlos Suerio Martínez (Erídano)
Romance de las dos estacas, de Fermín Moreno González (Cthulhu 6)
No hubo más candidaturas propuestas


Melhor revista

Calabazas en el trastero (Saco de Huesos Ediciones)
Catarsi (Ter Cat)
Imaginarios (Federación Española de Fantasía Épica)
Revista Digital miNatura (Ricardo Acevedo y Carmen Signes)
SciFi World (SciFi World)


Melhor romance estrangeiro

El circo de la familia Pilo, de Will Elliot (La Factoría de Ideas)
El último teorema, de Arthur C. Clarke y Frederick Pohl (Edhasa) 
La ciudad al final del tiempo, de Greg Bear (Ediciones B)
La historia de Zoe, de John Scalzi (Minotauro) 
Nación, de Terry Practhett (Timun Mas)


Melhor conto estrangeiro

Ánimes bessones, de Mike Resnick y Lezli Robyn (Catarsi)
En los suburbios del destino, de Michael Bishop (AJEC)
Luminoso, de Greg Egan (Bibliópolis Fantástica)
Se registró empate a votos entre 8 candidaturas para los dos finalistas restantes


Melhor página na internet

BEM On Line (Grupo Interface)
La Tercera Fundación (Asociación Los Conseguidores)
Sitio de Ciencia Ficción (Francisco José Suñer Iglesias)

Imagicon - XXIX Hispacón





 Imagicon - XXIX Hispacón 
Mislata (Valencia, Espanha) 12 e 13 de Novembro 2011



sábado, 1 de outubro de 2011

Nova – ezine de FC e Fantasia nº 3, por Marcelina Gama Leandro





Editor, revisor e paginador: Ricardo Loureiro
Co-editor: Nuno Fonseca

São vários contos que perfazem esta ezine, entre eles nomes sonantes da literatura da FC portuguesa. Uma pequena analise a cada conto.


O ANIMAL - Nuno Fonseca

O primeiro conto começa com uma cena muito caricata, entre dois "homens" que acabam de assassinar uma bonita moça. A escrita tem o seu interesse, pois não é directa, e nem tudo nos é contado de imediato. O conto desenrola-se como se fosse uma peça de teatro a que estamos a assistir e vemos as várias personagens a tomar o seu lugar.

Lentamente a história começa a tomar ritmo e as personagens de normais não tem nada, ao tempo que a história se desenvolve ficamos curiosos por saber mais. O conto pode e deve ser desenvolvida, talvez para uma quarta Nova, pois parece-me que termina um pouco repentinamente, no ponto alto da acção.


O ESQUEMA NIGERIANO - Richard A. Lovett
Um ciclista famoso após um aparatoso acidente passa os seus dias no computador e a ver televisão. A sua vida vai tomar um rumo bastante diferente quando ao ler o seu email encontra mais um que tão bem conhece como sendo o esquema nigeriano. Alguém "do outro lado do mundo" oferece uma quantia de dinheiro extraordinária em troca de fazer sair do país alguns largos milhões. Neste caso sabendo do que se trata e sendo este mail tão diferente do habitual, decide responder.

Uma escrita um pouco ligeira de mais para o meu gosto, mas que cativa e que consegue surpreender. Na minha opinião seria quase brilhante se tivesse terminado 2 paginas antes. Por vezes é uma mais valia deixar certos pormenores por explicar.


O POVO DO LIVRO - João Ventura
Um povo. Um livro que conta a historia do povo. E uma tradição: nunca esquecer o as historias do povo.

Simples mas muito bem escrito. Um conto muito curto (cerca de dez páginas) e o qual gostei bastante. Mais uma vez achei que há ali "pano para mangas" que pode ser muito desenvolvido e aproveitado. É também o que menos tem de FC/Fantasia até agora, o que se torna uma mais valia para a revista por ser variada.

Anjo do Scream - Douglas Smith
Num sistema galáctico diferente do que nos conhecemos, os humanos tomaram conta de vários planetas, assassinando e escravizando os vários povos Indígenas. O herói fez parte da tropa de elite - RIP, encontra-se fugido como traidor e vai envolver-se numa luta por aquilo que ele mais precisa.

O conto está interessante e deu-me bastante prazer a ler. Acho que peca por ter muuuuuuitos clichés.
Gosto que me surpreendam, e ali sinto um final demasiado... americano.

Brinca comigo! - João Barreiros
Este conto conta a historia de uma Horda de biobrinquedos que há 10 anos "migram" em direcção ao Alvo. Com o desgaste de anos, todos os sistemas mecânicos e orgânicos dos brinquedos, estão gastos e exaustos numa luta e certeza de estarem prestes a chegar ao Alvo.

Foi um conto que não achei que começasse muito bem, mas que o desenrolar e a escrita cativou. Um conto que foi bem mais trabalhado que os outros, está bem conseguido a nível de escrita. Falha num final óbvio e de localizarem a acção... em Lisboa.


publicado originalmente no blog Muito para Ler

sábado, 24 de setembro de 2011

‘Os Anos de Ouro da Pulp Fiction Portuguesa’

 
 
A muitas vezes anunciada antologia chega, segundo a editora, às livrarias dia 21 de Outubro, sendo a capa a imagem supra e a sinopse oficial a que se segue:

“Poucos o sabem, mas a literatura de pulp fiction, que marcou toda a cultura popular dos EUA na primeira metade do século XX, também esteve presente em Portugal, e em força.

Houve um tempo em que heróis mascarados corriam as ruas de Lisboa à cata de criminosos; em que navegadores quinhentistas descobriam cidades submersas e tecnologias avançadas; em que espiões nazis conduziam experiências secretas no Alentejo; em que detectives privados esmurrados pela vida se sacrificavam em prol de uma curvilínea dama; em que bárbaros sanguinários combatiam feitiçaria na companhia de amazonas seminuas; em que era preciso salvar os colonos das estações espaciais de nome português; em que seres das profundezas da Terra e do Tempo despertavam do torpor milenário ao largo de Cascais; em que Portugal sofria constantes ataques de inimigos externos ou ameaças cósmicas que prometiam destruí-lo em poucas páginas, antes de voltar tudo à normalidade aquando do último parágrafo.”

A confirmar-se o que nos promete a sinopse, teremos a felicidade de visitar, os mais afortunados revisitar, ficção à muito "perdida". Que os deuses não nos desiludam.
 
Desde já um pequeno senão, o preço. Que seja o único!