quinta-feira, 20 de fevereiro de 2014

Mais uma pérola! O Carrapato lá veio levantar o véu de novo (parte 2)


Três dias depois e sem que alguém decifrasse o enigma aqui vai a resposta:


Antes do mais convém realçar o facto de os textos e seus autores serem pouco lidos e consequentemente pouco conhecidos, o que só por si e mais ainda neste caso é a triste realidade do meio, independentemente de se estar segundo alguns perante "the only and one" e sobre quem se escreve: «"Para quem não sabe: o João Barreiros é o melhor crítico de livros, em qualquer género, em Portugal, ponto. Não é enfadonho, não precisa de se "armar" em culto porque o é, é inspirador, é também impiedoso, mas é mordaz, pertinaz, irónico, e é acima de tudo, critico. (ver comentário anterior do Barreiros) Ah, e acumula com o de Único escritor de FC português! "»

Efectivamente estas pérolas são mais uma vez produto desse autor que para além de reincidir nas rotineiras palermices e de chafurdar num narcisismo que raia a demência, tem também graves problemas de memória.

Os extractos do texto que se apresentam no post anterior fazem parte de um conto que foi publicado com o título "Guerra Santa" no jornal do PSR, Combate e posteriormente em 2008, nos Cadernos do Combate nº 3 (textos publicados entre 1988 e 1999), facto não referido na nota introdutória ao conto "Noite de Paz" que faz parte da colectânea "Se acordar antes de morrer", nota que tem mais um erro, pois o conto foi publicado em França não na antologia Utopie 3, mas na antologia Utopiae vol. 5 (2003), com o título "Douce nuit", com tradução de Pedro Mota.

Independentemente dos fantasmas que não deixam de atormentar o autor, temos de pugnar para que pelo menos as referências estejam correctas que quanto ao resto ninguém melhor que o autor para falar delas: « ... durante o Congresso de FC na cidade de Nantes, onde eu autografei mais livros do que alguma vez fiz em toda a minha vida. Vivam eles, viva eu, e vamos todos, à guisa de celebração, pôr um ponto final na rotunda figura do Pai Natal.» e está tudo dito.


 



segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014

Mais uma pérola! O Carrapato lá veio levantar o véu de novo.

Reincidências!!!

Quem descobre de onde foram garimpadas estas pérolas:



Assim se verá quem está a par do que por cá se vai escrevendo ou não e também se poderá aferir da incapacidade ou não de fazer analogias e testar a capacidade da memória.

Seja como for e apesar das más vontades ou não, o importante é não permitir que o Carrapato entre, pelo que convém não esquecer, na noite em que Abril termina e Maio se inicia, de proteger, do galinheiro ao curral, mas sobretudo a casa, com as maias protectoras para que o demónio, o maldito Belzebu, mesmo que metamorfoseado em carrapato não entre por nenhuma frincha durante o governo da Treva, pois pela alva já deixou de ser problema e as portas e janelas poder-se-ão abrir de par em par e receber a Luz. No entretanto mais vale ir "cantando a litania" : «Vai de retro Satánas! Senão, zás! Enfio-te uma maia por trás.»

 Para ver se consigo maior eficácia na prevenção talvez recorrer a um exorcismo não seja má ideia:
 
Crux sancta sit mihi lux / Non draco sit mihi dux
Vade retro satana / Numquam suade mihi vana
Sunt mala quae libas / Ipse venena bibas(1)

e depois dedicar um tempo à leitura De exorcismis et supplicationibus quibusdam, para me proteger das alimárias:




 Hieronymus Bosch
 



(1) 
A Cruz Sagrada seja a minha luz / Não seja o dragão o meu guia. 
Retira-te, Satanás / Nunca me aconselhes coisas vãs. 
É mal o que tu me ofereces / Bebe tu mesmo os teus venenos



sexta-feira, 10 de janeiro de 2014

Recordar a primeira antologia luso-brasileira - "O atlântico tem duas margens" (1993), organizada por José Manuel Morais






Organização José Manuel Morais

Recordar o primeiro concurso internacional em língua portuguesa - o Prémio Caminho (1982-1999)

No longínquo ano de 1982 foi atribuído a João Aniceto o prémio Caminho. Depois de um longo interregno de 5 anos, outros seis foram atribuídos em 1987, 1989, 1991, 1993, 1997 e 1999.

Como a ideia era estimular a produção, as obras concorrentes tinham de ser em língua portuguesa e inéditas e o prémio tinha o valor pecuniário de 500.000$00 (2.500 €, isto para o ano de 1999), o que implicava que o autor premiado considerava pagos os direitos de autor da primeira edição, com uma tiragem máxima de 3000 exemplares, sendo que os direitos das edições seguintes pertenciam integralmente ao autor, concedendo este à editora o direito de opção em igualdade de circunstâncias. O prémio só podia premiar uma obra e previa que outras pudessem ser recomendadas para publicação, o que veio a acontecer.

Segue a lista das obras premiadas e recomendadas:

 

Recomendado pelo Júri

 

 













Recomendado pelo Júri

Eu, Clone precedido de Estilhaços do Futuro, João Seixas

 

Recomendado pelo Júri

 A Diferença da Máquina, Daniel Malagum

Lensmen: Secrets of The Lens

Como muito se tem falado de Space Operas aqui fica uma versão cinematográfica da série
Lensman do E.E. "Doc" Smith


quarta-feira, 8 de janeiro de 2014

Argonauta 130-A

Finalmente chegou o raríssimo Argonauta 130-A devido aos bons ofícios da minha querida prima Cirlene Motta que o "desencantou" na sua pátria.